Profissão de Estatístico tem ganhado destaque devido à enorme quantidade de dados


Um recente estudo do site CareerCast apontou que os estatísticos têm a melhor profissão de 2017 nos Estados Unidos. Além da ocupação registrar altos níveis de satisfação em quesitos como renda, estresse, ambiente de trabalho e perspectivas de ascensão, o principal destaque fica para o fato da importância dessa profissão, cada vez mais reconhecida.


Isso deve-se ao fato de que o profissional coleta, organiza e interpreta dados para sustentar a tomada de decisão em instituições públicas ou privadas. Ou seja, as habilidades do estatístico ajudam a produzir sentido e orientar estratégias em um mundo cada vez mais minado de números e dados por todos os lados. Instituições de todos os tipos, portes e setores precisam desse apoio na era do big data.


No Brasil, a profissão não está muito atrás e deve continuar se multiplicando nos próximos anos, pois cada vez mais empresas e órgãos públicos estão percebendo que, num mercado competitivo, as decisões para redução de custos e para a melhoria na eficiência devem ser tomadas com base numa leitura analítica dos dados.


Trata-se de uma carreira com aplicações em qualquer setor. Afinal, números e dados estão em absolutamente tudo — e sua análise pode ser tão útil quanto surpreendente. Além disso, o mercado para os estatísticos disparou no Brasil nos últimos anos, isso deve-se também à recessão econômica. As adversidades fizeram as empresas buscarem aumento de eficiência e corte de custos, missão para a qual o estatístico é uma figura valiosa.

Fonte: Exame


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